ALEGRIAS DO NATAL
"São as alegrias do Natal que chegam, refazendo o espírito humano, aturdido e descoroçoado pela infatigável busca dos valores que, então, constata mortos.
"Isto, porque, o Natal não significa tão somente a algaravia multicolorida, a indústria da inutilidade, expressa na troca de presentes fúteis, mas, também, a lembrança do Filho de Deus descendo das Constelações para a Manjedura a fim de, pacífico e nobre, conviver com animais, reis e pastores, homens e mulheres simples, o poviléu, que conseguiu erguer às culminâncias da felicidade sem jaça.
"Convite à reflexão, o Natal faz recordar o Excelso Amigo, participando das justas alegrias de uma boda e do grave-doce encontro com a pobre mulher surpreendida em adultério...
"(...) O Natal é a oportunidade feliz para cada homem voltar-se para dentro de si , fazer a paz consigo próprio, valorizar a bênção da vida física que se esvai célere, e amar...
"As alegrias do Natal proporcionam ensanchas para um felicitar-se mediante as doações de amor que se permita, renovando as paisagens íntimas, e, dando um passo além do "eu", distender a solidariedade com os que sofrem, os que se amarfanham nas lutas, os que se desesperam, os que se sentem a sós, os pequeninos e velhinhos ao abandono nas ruas e nos campos, dilatando até eles a ternura e facultando-lhes sorrisos, através da ação do bem, que transforma o homem em anjo de amor e fá-lo repetir quase em silêncio, novamente, a sonata inesquecível dos céus dirigida aos ouvidos do mundo atento:
"– Glória a Deus nas alturas e paz na Terra para os homens de boa vontade!"
(FRANCO, Dival Pereira. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. do Livro: Responsabilidade. Salvador-BA: Livraria Espírita Alvorada, 1987.)http://momentopolitico8.blogspot.com

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